Cinebiografia de Michael Jackson estreia nesta semana sob críticas negativas internacionais

Filme dirigido por Antoine Fuqua registra 27% no Rotten Tomatoes e divide opinião de especialistas

Estreia sob forte rejeição da crítica internacional. A cinebiografia “Michael”, que retrata a trajetória de Michael Jackson, chega aos cinemas na quinta-feira, 23 de abril, acumulando apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 48 análises.

O projeto, dirigido por Antoine Fuqua, é descrito por críticos como uma produção que prioriza a homenagem ao artista em detrimento da profundidade narrativa.

“Só não espere aprender nada novo”, aponta a crítica do portal The Film Maven, ao classificar o longa como uma hagiografia centrada no brilho e na estética.

Avaliação da crítica

Entre os principais pontos levantados, especialistas destacam que o filme apresenta limitações ao abordar aspectos mais complexos da vida do artista.

“Chamar de meia história seria dar crédito demais”, afirma o site Decoding Everything. Já o The AU Review avalia a obra como “frequentemente vazia” e “excessivamente cautelosa”.

Parte da crítica reconhece méritos pontuais. O portal Collider observa que o longa consegue se sustentar ao explorar o drama familiar, enquanto o The Jam Report o define como envolvente, embora carente de substância.

A Associated Press ressalta que o filme aposta fortemente na nostalgia, mas alerta para o risco de reforçar uma visão idealizada do artista.

Proposta do filme

A produção busca retratar desde a infância de Michael Jackson, à frente dos Jackson Five, até sua consolidação como ícone global da música. O roteiro é assinado por John Logan, conhecido por trabalhos como “Gladiador” e “O Aviador”.

O longa alterna momentos da vida pessoal do artista com recriações de performances marcantes da carreira solo, propondo uma imersão na construção de sua imagem pública.

Elenco e produção

O filme marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, interpretando o próprio tio. O elenco conta ainda com Colman Domingo, Nia Long, Miles Teller e Laura Harrier.

A produção executiva é liderada por Graham King, em parceria com representantes do espólio do artista, incluindo John Branca e John McClain.

Apesar das expectativas elevadas, a recepção inicial indica resistência da crítica internacional, o que pode impactar o desempenho do longa nas bilheterias e na percepção do público.

Fonte: Cinepop

Foto: Glen Wilson/Lionsgate/Glen Wilson/Lionsgate

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