Boi Estrelinha sonha com tetracampeonato inédito em Parintins

Espetáculo “Amazônia Criança: Imaginário da Vida” emociona público no festival de bois mirins e reforça candidatura ao título de 2026.

Estrelinha leva tema sobre infância amazônica à arena

O boi-bumbá mirim Boi Estrelinha entrou na disputa do 59º Festival de Bois Mirins, em Parintins, com o objetivo de conquistar um tetracampeonato inédito. A apresentação deste ano traz o tema “Amazônia Criança: Imaginário da Vida”, no Anfiteatro Sila Marçal.

O espetáculo propõe uma reflexão sobre a infância amazônica, destacando sonhos, vivências e a criatividade das crianças da região.

Apresentação valoriza cultura e identidade amazônica

Durante a performance, o grupo apresentou elementos tradicionais do imaginário regional, como lendas amazônicas, personagens folclóricos e expressões culturais que envolvem crianças e comunidades locais.

O enredo foi construído com foco na inclusão, na valorização da cultura popular e na participação de crianças de diferentes idades e contextos sociais.

Direção destaca trabalho coletivo ao longo do ano

A presidente do boi Estrelinha, Iassodhara Ramos, destacou que a busca pelo tetracampeonato é resultado de um trabalho contínuo realizado ao longo do ano.

“Eu costumo dizer que a vitória é só a cereja do bolo. O nosso trabalho é feito durante o ano todo e a nossa maior satisfação é ver as nossas crianças felizes, brincando de boi-bumbá”, afirmou.

Apresentador avalia espetáculo como emocionante

O apresentador Theo Medeiros avaliou a apresentação como marcante e reforçou a expectativa pelo título.

“O nosso boi Estrelinha apresentou o tema ‘Amazônia Criança, imaginário da vida’. Eu tenho certeza que o nosso boizinho, este ano de 2026, vai ser tetracampeão”, disse.

Espetáculo encerra com grande apoteose

A apresentação foi encerrada com uma grande apoteose, reunindo todos os itens e participantes na arena. O momento simbolizou a união do grupo e o encerramento do espetáculo no festival de bois mirins de Parintins.

Fonte: A Crítica

Foto:  Daniel Brandão

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