Com o “voto que faltava”, vindo da ministra Cármen Lúcia, foi formada a maioria pela condenação de Jair Bolsonaro à inelegibilidade. Assim, o ex-presidente agora fica inelegível pelos próximos oito anos.
A sessão de ontem (29) havia sido encerrada com placar em 3 a 1 pela inelegibilidade de Bolsonaro a partir das Eleições 2022, seguindo o voto do relator, apresentado no dia 27. A sessão desta sexta começou como o voto da ministra Cármen Lúcia, que votou pela inelegibilidade.
O relator, ministro Benedito Gonçalves, e os ministros Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques e André Ramos Tavares, também foram favoráveis, totalizando 4 a 1 para reconhecer a inelegibilidade.

