Profissionais de saúde e educação protestam durante eleições indiretas no Amazonas e reajuste salarial

Em frente à Assembleia Legislativa, pressiona o novo governo para negociação salarial e cumprimento dos direitos.

Profissionais de saúde e da educação realizam protestos na manhã desta segunda feira (4), em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas , em Manaus, durante a sessão extraordinária que elege, por eleição indireta, o novo governador do estado.

A manifestação reúne professores, pedagogos e outros funcionários públicos, que reivindicam reajustes salariais e iniciam negociações com o novo governo.

Entre as principais reivindicações da categoria educacional estão um reajuste de 13%, um aumento no auxílio-alimentação, salários insuficientes para a saúde, uma revisão do Plano de Empregos, Carreiras e Remuneração e a manutenção do auxílio-transporte para professores com mais de 60 anos de idade.

“Este é o momento para o governador Roberto Cidade receber as entidades sindicais, abrir uma mesa de negociação e efetuar o pagamento imediato dessas infrações acumuladas e vencidas”, afirma o diretor jurídico da Associação dos Professores de Manaus, Lambert Melo .

Pressão para negociação

Em segundo lugar, os representantes sindicais têm como objetivo pressionar o governo estadual a iniciar um diálogo com as categorias profissionais e regularizar as pendências salariais.

“Aqui, no asilo, os pobres não podem entrar. Haverá eleições para governador no final do ano, mas não podemos participar. Não podemos lutar com nossas próprias vidas”, afirma Vanessa Antunes , diretora do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus .

Além das orientações educacionais, trabalhadores de outras áreas também participam da mobilização.

Coleções de outras categorias

O técnico em segurança do trabalho, Igor Alex , cita a situação de dois aprovados em concurso público pela Secretaria de Estado de Trânsito do Amazonas.

“O fato de o novo governo não ter delineado duas aprovações para a Detran, que neste momento é a única organização que ainda não foi reforçada, representa um déficit profissional muito grande”, afirma.

Isso ocorre simultaneamente à seleção do novo chefe do Executivo Estadual e reforça a pressão das categorias por meio de respostas imediatas às demandas apresentadas.

Fonte: G1 Globo

Foto: Daniel Ramos/Rede Amazônica

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