Ataque ocorreu durante o dia em Pavlograd, no leste do país, e também danificou estabelecimentos comerciais e veículos
Ataque aconteceu durante o dia
Um bombardeio atribuído à Rússia atingiu um centro comercial no centro de Pavlograd, na região de Dnipropetrovsk, no leste da Ucrânia, nesta quinta-feira (10). Segundo autoridades ucranianas, três pessoas morreram e outras 34 ficaram feridas.
O ataque ocorreu durante o dia, quando havia movimento nas ruas da cidade. O ministro do Interior da Ucrânia, Ivan Vygivskiy, afirmou que o bombardeio atingiu o centro comercial em um momento de grande circulação de pessoas.
O Ministério Público ucraniano e o governo regional informaram que o número de vítimas ainda é provisório e pode aumentar. Além das vítimas, estabelecimentos comerciais e veículos foram danificados.
Bombeiros combatem incêndio
Equipes do Serviço de Emergência da Ucrânia foram mobilizadas após o ataque para combater as chamas provocadas pelo bombardeio e atuar na região atingida.
Imagens divulgadas pelas autoridades mostram bombeiros trabalhando no local enquanto uma grande quantidade de fumaça é registrada na área. Até a última atualização, o governo russo não havia se manifestado sobre a acusação de ter realizado o ataque.
Conflito mantém ataques de longo alcance
Rússia e Ucrânia mantêm uma sequência de ataques de longo alcance desde o início da invasão russa em larga escala, em fevereiro de 2022.
Nos últimos meses, as ofensivas têm atingido diferentes estruturas, incluindo instalações de energia, sistemas logísticos e áreas portuárias. Navios também passaram a ser alvo de ataques no Mar Negro.
Enquanto os combates continuam, esforços diplomáticos para tentar encerrar a guerra voltaram a ganhar espaço. Representantes do governo dos Estados Unidos, Steve Witkoff e Jared Kushner, visitaram as capitais da Ucrânia e da Rússia no último fim de semana em uma nova tentativa de retomar as negociações.
As iniciativas diplomáticas haviam permanecido estagnadas por um longo período.
Fonte: G1 Mundo
Foto: Serviço de Emergência da Ucrânia via AFP

