Evento gratuito reúne 29 produções nacionais e amazonenses com debates sobre meio ambiente, memória, território e resistência na Amazônia
O Teatro Gebes Medeiros, no Centro de Manaus, recebe neste fim de semana a programação da 2ª edição da “Ecoa – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus”. O evento acontece nos dias 23 e 24 de maio, com entrada gratuita, reunindo produções audiovisuais que abordam questões ambientais, territoriais, culturais e sociais relacionadas à Amazônia.
Idealizada pela produtora Duplofilme e pela Organização OCA Amazônia, a mostra conta com apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, e busca fortalecer o cinema amazônico e ampliar o debate sobre temas socioambientais através do audiovisual.
Cinema, território e debates
A programação desta edição reúne 29 filmes, entre curtas e longas-metragens produzidos em diferentes regiões do Brasil, incluindo obras dirigidas por realizadores amazonenses.
Além das exibições, o público poderá participar de rodas de conversa com realizadores e convidados após cada sessão, promovendo debates sobre memória, ancestralidade, identidade, resistência e preservação ambiental.
Segundo os organizadores, a proposta da mostra é transformar o cinema em ferramenta de reflexão, formação cultural e fortalecimento das narrativas amazônicas.
Programação segue até domingo
No sábado (23), as sessões acontecem às 16h, 17h30 e 19h15. Já no domingo (24), as exibições serão realizadas às 15h, 16h35 e 18h15.
Entre os destaques da programação estão os longas “Mato”, dirigido por Severino Neto, e “Xingu, Nosso Rio Sagrado”, de Angela Gomes.
A mostra também exibe produções como “Pela Água, Sempre!”, “Tanaru”, “Visagens e Visões”, “Herança”, “Praça Amazonas” e “A Nave que Nunca Pousa”.
Fortalecimento do audiovisual amazônico
O evento reforça o movimento de valorização da produção audiovisual da região Norte e o incentivo à circulação de filmes produzidos na Amazônia.
A iniciativa também amplia o intercâmbio entre artistas, realizadores, pesquisadores e o público, fortalecendo espaços de discussão sobre território, crise climática, diversidade cultural e direitos dos povos amazônicos.
A programação completa pode ser acompanhada pelas redes sociais da mostra e dos organizadores.
Fonte: A Crítica
Foto: Divulgação

