Série documental sobre Preta Gil estreia no Globoplay com depoimentos inéditos de familiares e amigos


Produção “Meu Nome é Preta” chega ao streaming em 20 de julho e reúne relatos de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Carolina Dieckmann e outros nomes próximos da cantora

A trajetória de Preta Gil será retratada na série documental Meu Nome é Preta, que estreia no Globoplay no dia 20 de julho. Dividida em quatro episódios, a produção reúne imagens inéditas, arquivos pessoais e depoimentos de familiares e amigos da cantora, um ano após sua morte.

Produzida pela Conspiração e dirigida por Mini Kerti, a série terá o primeiro episódio liberado gratuitamente para o público, incluindo não assinantes da plataforma.

Produção reúne imagens inéditas

O documentário resgata registros históricos da infância de Preta Gil, incluindo filmes em Super 8 gravados na Bahia, além de imagens familiares e materiais que percorrem diferentes momentos da vida da artista.

Segundo a diretora Mini Kerti, o processo de produção foi marcado pela emoção.

“Eu chorei vários dias, nas filmagens e na ilha de edição. Preta foi muito ela mesma, sob milhares de holofotes e, muitas vezes, incompreendida. Mas mesmo assim foi construindo uma rede enorme de afetos. Pra mim, contar a história dela é um grande desafio e uma enorme alegria”, afirmou.

Depoimentos de familiares e amigos

A série conta com relatos inéditos de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Sandra Gadelha, Flora Gil, Bela Gil, Fran Gil, Otávio Müller e Davi Moraes, além de amigos como Carolina Dieckmann, Regina Casé, Ivete Sangalo, Gominho, Ana Carolina, Hugo Gloss, Alice Carvalho e Duh Marinho.

Os depoimentos são intercalados com entrevistas concedidas por Preta Gil ao longo da carreira, permitindo que a própria cantora conduza a narrativa de sua história.

Trajetória pessoal e artística

A produção aborda momentos marcantes da vida da artista, como a morte do irmão Pedro Gil, o lançamento do primeiro álbum, a criação da Noite Preta, o Bloco da Preta, a maternidade, a carreira como empresária e sua relação com o Carnaval.

Também relembra episódios em que Preta Gil enfrentou críticas e preconceitos ao defender temas como diversidade, liberdade, aceitação do corpo e orientação sexual.

“A série mostra que Preta Gil nunca teve medo de revelar a sua essência para o mundo. Ela se conectava de forma generosa com as pessoas e se expunha impiedosamente. Ela não criava pautas, ela era a própria pauta”, destacou Mini Kerti.

Homenagem continua na TV Globo

A estreia da série integra o projeto “Quanto Mais Preta Melhor”, homenagem promovida pela Globo à artista. Também no dia 20 de julho, a TV Globo exibirá o documentário Preta – Eu Não Ando Só, produzido a partir de imagens gravadas pela própria cantora e por pessoas próximas durante o tratamento contra o câncer.

Os episódios de Meu Nome é Preta serão disponibilizados semanalmente às segundas-feiras no Globoplay. O quarto e último capítulo será lançado em 8 de agosto, data em que Preta Gil completaria mais um ano de vida.

Fonte: Gshow

Foto: Reprodução/Instagram

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