A Medida Provisória 1163/2023, que foi publicada pela Presidência no Diário Oficial da União em março deste ano, não foi estendida pelo governo até o momento. A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) alerta para um possível repasse de custos aos consumidores, estimando um acréscimo de R$ 0,33 por litro no preço da gasolina e de R$ 0,22 no etanol hidratado. Além disso, o GNV (Gás Natural Veicular) poderá sofrer um aumento de 9,25%.
A perda de validade da Medida Provisória implica na volta das alíquotas originais de impostos sobre os combustíveis, o que pode impactar diretamente o bolso dos consumidores. No entanto, é importante ressaltar que cada estabelecimento possui autonomia para definir sua formação de preços, levando em consideração outros fatores, como a concorrência local e custos operacionais.
Os consumidores devem estar atentos aos possíveis reajustes nos postos de combustíveis e buscar alternativas para minimizar o impacto no orçamento doméstico e se preparar para possíveis aumentos nas bombas, adotando estratégias para economizar, como o uso consciente do veículo e a busca por programas de fidelidade e descontos oferecidos pelos postos de combustíveis.

